É frequente nos depararmos com pessoas que se destacam em atividades específicas, como se aquilo que elas estão executando fosse extremamente fácil e natural para elas. Como um dom. O talento, segundo o dicionário, pode ser definido como “aptidão incomum, natural ou adquirida, que leva alguém a fazer alguma coisa com maestria, engenho, com habilidades ou capacidades incomuns”.

Geralmente esses talentos são reconhecidos nos primeiros anos de vida, como Beethoven que aos 11 anos compôs sua primeira peça, ou então Mozart que aos 8 anos escreveu sua primeira sinfonia. Mas é importante que eu te conte mais uma coisa sobre os talentos… eles também podem surgir à medida que amadurecemos e que situações especificas surjam para que este talento seja requisitado e, só então, descoberto. Não se sinta comedido com os exemplos dos grandes artistas, rs! Caso você esteja se comparando demasiadamente, pode ter certeza de que existe um grande presente dentro de você.

Além disso, isso nos leva ao segundo conceito deste breve debate: a constância. Apesar da facilidade inicial que um talento parece garantir, de nada adianta um talento não cultivado. É bem possível que a não prosperidade de um talento seja decorrente da falta de disciplina, ao invés da crença de que uma pessoa não é talentosa o suficiente para algo. Daí o significado de constância, “atributo da pessoa que permanece fiel aos seus princípios, à sua fé, ao seu modo de vida; fidelidade.” Ser fiel a si mesmo é via fundamental para a construção de uma vida mais comprometida, positiva e feliz!

Uma dica final: Experimente fazer um exame de consciência durante a semana que contemple a visualização da meta em que você se propôs a cumprir. Se em algum dia você não cumpriu, examine onde você tropeçou e tente evitá-lo no próximo dia.

O que te traz senso de realização e satisfação pode ser conquistado com estudo, prática e paciência diariamente. Acolha o processo para desfrutar do resultado!