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Dinheiro não traz felicidade? Existem profissões que geram mais felicidade do que outras? É possível ser feliz sozinho? As crianças são mais felizes do que os adultos? Alegria, satisfação, prazer e felicidade são a mesma coisa? A felicidade é a ausência da tristeza? Ter saúde é fundamental para a felicidade? Já nascemos felizes ou infelizes? Éramos felizes e não sabíamos? Existem lugares que favorecem a felicidade? Homens e mulheres experienciam a felicidade da mesma forma? Quem pensa mais é menos feliz? O que o cérebro tem a ver com a felicidade?
Afinal, o que é a felicidade e o que nos torna mais felizes?
São respostas a perguntas como essas que a Psicologia Positiva vem buscando desde o início da década de 1980. Apesar da Psicologia Positiva ter se consolidado como campo de pesquisa e atuação profissional há bem pouco tempo, o estudo da Felicidade é muito anterior a ela.
Desde a Antiguidade Clássica, a Felicidade tem sido tema de debates e reflexões filosóficas e religiosas. Da mesma forma, nomes fundamentais da Psicologia – Abraham Maslow, Carl Rogers, Carl Jung, Albert Bandura, Gordon Allport e outros – se dedicaram à investigação das emoções positivas. Portanto, a grande contribuição da Psicologia Positiva não é ter inventado o estudo da Felicidade, mas tê-lo desenvolvido em bases científicas.
Para incluir a pesquisa da felicidade no campo das ciências, a Psicologia Positiva utiliza-se tanto de métodos tradicionais da investigação psicológica quanto do que há de mais avançado no campo das neurociências para o estudo das emoções e do comportamento humano. É dessa forma que a Psicologia Positiva opta pelo caminho da investigação empírica, respeitando os rigores da metodologia científica e baseando suas análises em dados concretos.
A Psicologia Positiva é, portanto, o estudo cientìfico das potencialidades e das virtudes que habilitam os indivíduos, os grupos e as sociedades a viverem de maneira saudável. Constitui-se como um ramo da ciência psicológica baseado na crença de que é possível identificar, compreender, desenvolver, promover e cultivar os mecanismos necessários para viver-se de maneira significativa e satisfatória.
Ao contrário do que muitos possam pensar à primeira vista, Psicologia Positiva não é a mesma coisa que pensamento positivo. Os resultados obtidos pela Psicologia Positiva confirmam a ideia de que os pensamentos negativos ou realistas também exercem papel essencial na construção de uma vida saudável. É essa visão abrangente e integradora da Psicologia Positiva que estabelece a diferença entre ela e formas genéricas de apologia do termo positivo em campos como a autoajuda, por exemplo. Diferentemente dos apologistas da “smiley face”, os psicólogos positivos distinguem a importância do conhecimento de assuntos sombrios e espinhosos como a depressão e a miséria para o entendimento da felicidade. E, ainda, é em função de sua objetividade científica que a Psicologia Positiva não deve ser confundida como a fonte de uma receita para a felicidade.
Se entre os principais objetivos da Psicologia Positiva está o conhecimento daquilo que vivenciamos como felicidade é porque, em última instância, isso favorece as condições necessárias para que as pessoas possam viver uma vida plena a partir de suas próprias escolhas. Para escolher é preciso conhecer as possibilidades, e a Psicologia Positiva tem realizado muitas descobertas sobre o que é possível em termos de felicidade. Algumas descobertas se aproximam da sabedoria do senso comum, outras dos ensinamentos filosóficos, algumas das tradições religiosas, mas muitas têm revelado o quão pouco sabíamos sobre o que tanto desejamos: a Felicidade.
Por Angelita Scardua, psicóloga e especialista em estudos sobre Felicidade.
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